Privatizações, sim. Estado, não.

Uma das pautas mais aclamadas pela esquerda é aquela que diz respeito às privatizações. Como o próprio comandante-em-chefe petista disse certa feita: “Brasil e Petrobras vão mostrar ao mundo que vamos ser diferentes daqueles que vieram antes de nós, que iam na bolsa pra vender empresas estatais […][1]. Esta é, obviamente, a natural crítica de quem não sabe o que diz, mas mesmo assim diz – muito comum a Lula, diga-se.

Partindo dos supostos efeitos negativos das privatizações brasileiras, implícitos na fala do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, temos de olhar para a antiga companhia estatal Vale do Rio Doce, atual Vale. Desde seu processo de privatização, em 1997, a companhia apresentou números curiosos. Em quase mais de 10 anos de sociedade de economia mista, apenas de 1997 a 2008, a Vale arrecadou 13 vezes mais impostos, saltando de US$211 para US$ 2,86 bilhões; aumentou quase 6 vezes seu valor de mercado, saltando de US$ 10,5 bilhões para US$ 61,9 bilhões; aumentou quase 8 vezes sua receita, saltando de US$ 4,97 bilhões para US$ 38,5 bilhões; investiu 11 vezes mais, só no Brasil, saltando de US$ 604 milhões para US$ 6,7 bilhões; produziu 3 vezes mais, saltando de 100 milhões de toneladas para 301,7 milhões; e gerou quase 5 vezes mais empregos, saltando de 11 mil empregados para 52 mil. Além disso, também podemos levantar outro exemplo: a antiga Telebrás. Do ano de sua privatização, em 1998, até hoje, o número de linhas telefônicas móveis e fixas aumentou 816,8%, saltando de 24 milhões para 220 milhões de linhas. Mais do que isto, as linhas que antes da privatização chegavam a valer R$10 mil reais cada, hoje são um serviço sem valor agregado. Não obstante, podemos, ainda, atentar para a curiosa situação sui generis ocorrida em 2007, quando se deu o último período de preços recordes do barril de petróleo. No final daquele ano, apenas quatro das dez maiores petrolíferas do mundo não apresentaram crescimento. Ao que consta, foram elas a brasileira Petrobrás, a venezuelana PDVSA, a mexicana Pemex e a russa Gazprom, todas empresas… estatais!

Tais quais os três exemplos adotados, existem mais outros inúmeros capazes de demonstrar a atuação pífia de empresas estatais e o crescimento vertiginoso desempenhado por empresas que sofreram o processo de privatização – como a Usiminas, a Embraer, o Banespa, a CSN ou a COSIPA, para ficar só no Brasil. No entanto, não é necessário se debruçar sobre os exemplos mal ou bem sucedidos de uma e outra, posto que isto já é um fato consumado; mas precisa compreender os desencadeamentos práticos que a manutenção de colossais empresas estatais têm em nossas vidas, porque toda e qualquer atividade econômica prescinde do trabalho de pessoas, umas mais empenhadas, outras menos. Assim, suponhamos que um indivíduo tenha condições de pagar um advogado e decida mover uma ação civil qualquer. De quais pessoas ele dependerá até obter o provimento jurisdicional que almeja?

Bem, como o advogado é um profissional liberal, podemos concluir que o êxito de seu trabalho depende de seu empenho e dedicação. E considerando que seu retorno financeiro depende de seu bom desempenho, seria no mínimo irracional supor que o advogado não desempenhará um bom trabalho, posto que depende disto para sobreviver – embora em toda profissão exista o bom e o mal profissional. Pois bem. O advogado estuda o caso, analisa os caminhos possíveis para o deslinde do problema, estabelece as chances de êxito, determina seus honorários, firma o contrato com o cliente e inicia seus trabalhos. Redige a peça inicial a ser entregue ao juiz, na qual apresenta argumentos, fatos, informações e pedidos a fim de obter uma decisão favorável, e a encaminha ao Fórum, onde será remetida ao magistrado. No momento em que ela adentra ao setor de protocolos do Fórum, portanto, o trabalho do advogado passa, então, a ser acompanhado pelo Poder Público.

Ocorre que, na maior parte dos Fóruns, as atividades são desempenhadas por servidores públicos e, portanto, empregados do Estado. E como seus rendimentos não estão estritamente vinculados ao desempenho profissional, mas, sim, ao sistema pelo qual foram contratados e, pois, aos impostos recolhidos pelos cidadãos, podemos concluir que eles não dependem única e exclusivamente de seu próprio empenho e dedicação para desempenharem um bom trabalho. Neste seguir, o funcionário público que recebesse aquela peça e demorasse 72 horas para submetê-la ao juiz, teria o mesmo rendimento ao final do mês do que outro que levasse 48 horas, por exemplo. Igualmente, o magistrado que recebesse a mesma peça e demorasse mais 72 horas para mandar citar o réu, teria o mesmo rendimento ao final do mês do que outro que levasse 24 horas. E o oficial de justiça que demorasse mais 72 horas para encaminhar a citação ao réu, teria o mesmo rendimento ao final do mês do que outro que levasse 12 horas. E assim por diante. Logo, não é difícil notar por qual razão o sistema judiciário brasileiro encontra-se em colapso, com milhares de processos parados e um tempo médio de 5 a 8 anos para a obtenção de uma decisão final.

Assim, tomando como base o exemplo acima, podemos entender uma das justificativas da privatização: a eficiência. Submetido a uma condição que o condicione ao bom desempenho, ao respeito para com aqueles que dependem de sua atividade e ao risco de não receber seus rendimentos, qualquer indivíduo tornar-se-á um gerador de eficiência. E tornando-se um gerador de eficiência, as pessoas terão produtos melhores e mais baratos, serviços melhores e mais baratos, e profissionais melhores e mais empenhados. Mutatis mutandis, os funcionários públicos do sistema judiciário estão submetidos ao mesmo método de trabalho dos funcionários das gigantes estatais, com a grande diferença de que muitos destes são escolhidos por indicação política. Diante disso, adotemos a Petrobrás como exemplo. De 2003 a 2007, seus diretores tiveram um aumento salarial médio de 90%, amontoando o total anual de R$ 710 mil reais cada um. E ao contrário dos demais servidores, cujos aumentos salariais são definidos em acordos coletivos da categoria, as remunerações dos diretores, escolhidos por indicação política, são decididas numa assembleia-geral ordinária do Conselho Administrativo e Fiscal da empresa, o qual era, à época, composto por ninguém menos do que integrantes do alto escalão petista! Mais do que isso, a diretoria e a presidência da empresa permitiram uma desastrosa transação realizada em janeiro de 2005, quando a empresa belga Astra Oil comprou uma refinaria americana chamada Pasadena Refining System Inc. por US$ 42,5 milhões e, no ano seguinte, vendeu 50% de suas ações para a Petrobrás, por US$ 365 milhões, sendo que a Pasadena Refining System Inc. não tinha sequer capacidade para refinar o petróleo brasileiro[2]! Ora, temos, então, fatores suficientes para entendermos outra justificativa da privatização: o mérito.

E não obstante uma empresa estatal seja um ninho de baixa eficiência e administração e gastos descontrolados, devemos ir ir além e enxergar que a simples privatização, por si só, não é capaz de garantir todas as boas expectativas que dela se espera. Isto porque o problema não está tanto em privatizar, mas, sim, em desestatizar. Com isto, quero dizer que uma empresa recém privatizada pode muito bem seguir “amarrada” e controlada por outros mecanismos que não o Estado como acionista ou quotista da empresa. Leia-se: o Estado cria suas agências reguladoras. Num exemplo prático, citemos um fato ocorrido na Inglaterra.

Na década de 80 e início de 90, foram privatizados os serviços públicos ingleses, começando em 1983, com as telecomunicações (British Telecom); depois em 1986, com os combustíveis (British Gas); em 1987, com sistema aéreo (British Airways); em 1989, com o sistema de tratamento de água; em 1990, com o sistema energético; e, finalmente, em 1994, com o sistema ferroviário. Alguns dos setores tiveram processos de privatização satisfatórios, os quais deram margem a maiores lucros e, consequentemente, maiores investimentos, possibilitando às empresas oferecer melhores serviços aos ingleses. Outros, como o sistema de tratamento de água, sofreram forte regulação estatal. Assim se deu porque o Estado inglês criou uma poderosa agência reguladora, nomeada Office of Water Services (OFWAT), a qual impôs controle de preços e punições às novas empresas que descumprissem as mirabolantes regras estabelecidas para o setor. Consequência: preços altos, serviço insatisfatório e prejuízo ao bolso dos cidadãos.

Tal qual os ingleses, sofremos as mesmas intervenções, por exemplo, com a nossa ANAC[3], responsável pelo famigerado caos aéreo brasileiro, ou com a nossa ANATEL[4], responsável pela restrição da entrada de outras operadoras no serviço de telefonia, o que acarreta em óbices à concorrência e, consequentemente, preços mais altos e serviços ruins. As agências reguladoras, portanto, apresentam a terceira justificativa para a privatização: a melhoria dos serviços.

Por todo o exposto, devemos ter em mente que a despeito de toda critica dirigida às privatizações, é importante o apego aos fatos: as empresas estatais são elefantes brancos que servem para torrar o dinheiro do contribuinte em troca de um pífio desempenho, oferecendo carreiras de luxo aos seus executivos. Ao mesmo passo, as agências reguladoras transformam as empresas privadas em meros joguetes, porque controlam os preços e impõe restrições ao livre mercado, aumentando os custos para as empresas e contribuindo para a distribuição de péssimos serviços aos cidadãos.

[1] Na cerimônia de capitalização da Petrobrás, o ex-presidente Luis Inácio da Silva fez o leviano comentário referindo-se às privatizações iniciadas na década de 90 por Itamar Franco, Fernando Collor e, sobretudo, Fernando Henrique Cardoso.

[2] Quem negociou a venda para a Petrobrás foi Alberto Feilhaber, funcionário da empresa por 20 anos, que se deslocou para a Astra Oil. Para que a refinaria comprada pudesse refinar o petróleo brasileira, seria preciso um investimento de US$1,5 bilhão. A Petrobrás se comprometia a comprar a outra metade dos belgas caso houvesse desentendimentos na administração, além de lhe garantir uma remuneração de 6,9% ao ano mesmo havendo prejuízos. O “desentendimento” aconteceu e os belgas executaram o contrato e a Petrobrás teve de pagar, então, US$ 839 milhões pela outra metade. Resumo: a Astra Oil comprou uma empresa por US$ 42,5 milhões e vendeu-a à Petrobrás por US$1,204 bilhão!

[3] Agência Nacional de Aviação Civil.

[4] Agência Nacional de Telecomunicações.

Notas sobre a ocupação do bom senso

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Um pouco velhos pro 9º ano, não?

Sobre as escolas em São Paulo. Seja valente e leia até o fim:

– Ninguém gosta de violência. Eu não apoio ações violentas de quem quer que seja, a não ser como última alternativa, para proteger bens invioláveis e no estrito cumprimento do dever (e ainda é discutível). Mas não saio por aí usando o pretexto para posar de bonzinho. Se acho que se deve usar a força, falo que sim. Se não, falo que não. Sou tão bom e humanista quanto qualquer esquerdista se acha;

– Não gosto do Alckmin; não gosto do Serra; não gosto do Aécio; tenho pavor do FHC. Mas já votei nos três primeiros para o PT não ganhar e faria o mesmo se, ao invés deles, tivesse que votar no Maluf, no Eduardo Cunha, no Russomano ou em qualquer outro bandido mentiroso que seja. Então não venha com discurso raso me chamando de “tucano” e tenha coragem de falar que você, sim, é petista;

– É MENTIRA que os alunos remanejados vão perder a oportunidade de estudar, inclusive porque “remanejamento” não é “exclusão”. O que vai acontecer – e isso eu acho totalmente discutível – é que as escolas redesignadas ficarão mais longe de onde alguns estudantes moram;

– Também acho que o senhor Alckmin foi meio arbitrário ao implementar a mudança, embora seja o modelo adotado, com sucesso, em muitos países onde a Educação dá um baile na nossa. Isto não quer dizer, obviamente, que funcionará no Brasil, razão pela qual acho a medida bem discutível. O que não dá é para ver movimentos petistas (leia-se MTST e Apeosp) insuflando a manifestação e ajudando a tomar bens públicos em prejuízo daqueles que não se deixam dominar pela pauta esquerdista;

– O movimento todo foi uma retaliação dos petistas da Apeoesp diante do fracasso na última greve dos professores e toda aquela mentirada dos salários mais baixos do mundo e etc. Como sempre, sindicalista quer uma boquinha sem ter que ralar e o senhor Alckmin, corretamente, não cedeu à vagabundagem;

– É fácil criticar quem não pensa como a gente. Difícil é criticar quem a gente apoia. E eu não vejo esquerdistas criticando a esquerda com frequência. Não vi um esquerdista até agora – assim como não vi ninguém do PT, da Apeosp e do MTST, que são os reais organizadores das ocupações – criticarem o corte de 9,5 BILHÕES de reais da Educação neste ano. Este é o maior crime contra os estudantes, ainda mais porque o dinheiro faltou pela falcatrua petista nestes últimos 13 anos;

– Isto me leva a uma pergunta à parte: o PT teve esse tempo todo para melhorar o país, inclusive a educação. Por que raios não só o país está na merda como o índice de analfabetos nas universidades beira os 40%?

– Mas se você acha mesmo que o Alckmin é um fascista, um tirano, um truculento, gostaria de ver alguma manifestação sua sobre as tropas do senhor Nicolás Maduro, que ASSASSINARAM o estudante Kluiver Roa, de 14 anos, com um tiro na cabeça, e o universitário Daniel Tinoco, de 24, com tiros no peito (sem contar os outros quase 30 mortos). Eles criticavam, justificadamente, a Ditadura que o PT apoia; aquela que o senhor Lula classificou como tendo “Democracia até demais”;

– Só a vida dos dois estudantes venezuelanos ASSASSINADOS valem mais do que todos os estudantes e pelegos do MTST, PT e Apeoesp que apanharam da polícia;

– Porrada de cassetete dói e passa. Ser enganado com marxismo é permanente.

John Maynard Santana ou João Keynes?

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Keynes, o famoso marqueteiro petista.

Treze anos de farra keynesianista não poderiam apresentar resultados diferentes dos que estão aí: desemprego, inflação, juros altos, rebaixamentos e fuga de investimentos. Tudo isto, claro, é consequência direta da velha política de crédito farto e juros artificialmente baixos que, visivelmente, era a única conhecida pelo senhor Guido Mantega. Por isso, acredito que a queda de 33% na venda de carros, por exemplo, é apenas o reajuste natural do mercado, uma vez que a aprovação de crédito diante da inadimplência generalizada caiu vertiginosamente. E quem tem dinheiro para trocar de carro compra à vista, não é mesmo?

A este respeito, sempre dou o exemplo do filé mignon: pobre comia filé mignon toda semana? Pelo preço, é evidente que não. Mas com crédito farto na praça, podendo dividir a compra em 576 vezes, pobre passou a comprar filé mignon toda semana. É claro que esse não é o padrão e, uma hora ou outra, a conta não ia fechar. Outro exemplo: cidades com menos de 200 mil habitantes passaram a ter shoppings, mesmo sendo uma constante no segmento que empreendimentos deste porte não “viram” em cidades pequenas. Foi o que aconteceu aqui em Botucatu: o shopping, inaugurado no ano passado, já foi vendido para outro grupo. Então podemos perceber que, de uma compra no supermercado a um investimento mega-milionário, a coisa toda funciona da mesma maneira, com o povo achando que o Paraíso desceu à Terra e depois pagando a conta do governo que, irresponsavelmente, trouxe o dito “Paraíso”.

A mim parece, portanto, que Keynes foi o maior marqueteiro político da história. Um regime de incentivo ao consumo, que favorece desde uma compra no supermercado à construção de um shopping center, agrada desde o mais pobre até o mais rico. Não foi exatamente nisto que se apoiou Lula para garantir quatro mandatos consecutivos ao PT? É a conquista do povo pelo bolso, pura e simplesmente. É marketing político.

Vendo a barbárie passar

chico tomando café

Quando o senhor Barack Hussein Obama retirou as tropas americanas do Iraque, patrocinou a queda de Gaddafi na Líbia e tentou desestabilizar o regime de Bashar al-Assad na Síria, foi retratado pela mídia esquerdista mundial como o Artesão da Paz, como o homem que finalmente teria dito “no, we can`t” para o imperialismo americano. Quem tinha cérebro, no entanto, percebeu o óbvio ululante: sem os EUA, as facções iraquianas mais radicais seriam fortalecidas; sem Gaddafi, as divisas líbias seriam escancaradas ao tráfico de pessoas via Mar Mediterrâneo; com Assad enfraquecido, o radicalismo muçulmano se alastraria pela região. Resultado: formou-se o Estado Islâmico no Iraque, centenas morreram em alto mar saindo da Líbia e dezenas de milhares chegaram à Europa na condição de “refugiados”.

Mas os esquerdistas bonzinhos estavam ocupados demais para dar atenção à realidade. Louvavam outro ídolo, François Hollande, que, com seu discurso mole em prol do “Multiculturalismo” e contra a “Xenofobia”, permitiu a muçulmanos comprovadamente terroristas que andassem à vontade pela Champs-Élysées ou tomassem um café com Chico Buarque, vendo a banda passar. O tempo passou, a banda passou e a ela se juntaram os oprimidos islâmicos de Buarques, Velosos, Chauís, Saderes e Boffes, os quais logo sacaram suas metralhadoras e barbarizaram Paris, enquanto os comunistinhas assistiam tudo de seus polpudos sofás, dizendo que a colonização francesa da África só poderia mesmo acabar mal para os franceses.

Depois que corto relações com esses filhos da puta, o radical sou eu.

Fuck you, Islam!

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A esquerda é INTEIRAMENTE responsável pelas pessoas barbarizadas hoje em Paris. Sem mais.

Pseudo Despedida. Ou: A Batalha

Eu e o Vestibular, de Caravaggio.

Amigos, com muito prazer reativei o blog nessas semanas de descanso; mas o descanso chegou ao fim: amanhã retomo a batalha.

A arena dos estudos é árdua, porém altamente recompensadora. Como Davi no quadro de Caravaggio, tenho que derrotar meu Golias. O vestibular de medicina é meu Golias.

À medida do possível, venho aqui dar meus pitacos sobre os fatos mais relevantes, sobretudo se for para desmoralizar um pouco mais a esquerda e o PT. Espero que durante a minha batalha, o Brasil vença a dele. E se tudo der certo, ambos voltaremos com as cabeças dos gigantes.

Até lá!

Pax et bonum

Quem tem PSDB, caça com Cunha

Cunha: mirando o Impeachment.

Eduardo Cunha não é bonzinho. Eduardo Cunha é útil – e supre a frouxidão tucana.

O especialista

Leo Pinheiro, especialista em petismo.

Um amigo de Leo Pinheiro, o ex-presidente da corrupta OAS, em mensagem de texto após a vitória fraudulenta de Dilma Roussef: “Mais do que nunca Super Ministro da Infraestrutura, Leozinho”.

O caminhoneiro Diário de Jesus, que transportou o material da reforma do sítio de 150 mil metros quadrados de Lula, paga por Leo Pinheiro: “Eu pedi 6 reais por metro cúbico de material transportado. Eles me pagaram o dobro para eu acabar dentro do prazo. Eram 20 000 por vez”.

De fato, um super especialista em infraestrutura.

No mundo deturpado da esquerda, eles são “menores infratores”

Os não-humanos: eles podem mostrar selvageria, mas o Estatuto da Criança e do Adolescente não deixa mostrar o rosto.

Como de costume, a esquerda é desmascarada pelos fatos. Três dos quatro não-humanos que estupraram e torturaram as quatro meninas de Castelo do Piauí voltaram a desumanizar: espancaram até a morte o quarto não-humano, como vingança pelo depoimento em que ele narra detalhadamente a desumanidade do grupo. Com a palavra, os socialistas Marcelo Freixo, Maria do Rosário e Manuela D´Ávila.

Ternura revolucionária

Raúl e Fidel: promovendo a coexistência civilizada.

Em discurso na Assembleia Nacional de Havana, referindo-se aos Estados Unidos, o ditador Raúl Castro afirmou que pretende “fundar um novo tipo de laço entre os Estados”, em que possam “cooperar e coexistir civilizadamente”. Raúl Castro só não quer fundar um novo tipo de laço com os opositores cubanos, cooperando e coexistindo civilizadamente com eles.